31 de dezembro de 2009

My wish for 2010 is...

Ser uma mulher com M grande, plenamente realizada, no plano pessoal, profissional e de bem consigo e com os que ama.
Ser uma mulher com alta auto-estima, realista, ponderada, e bonita, por dentro e por fora.
Este é o meu maior desejo para 2010, e embora sonhe com este desejo há mais de 6 anos, apenas hoje chegou a hora e o dia de o formular por escrito, de forma totalmente consciente.

Dia de Balanço e de um Novo Começo em 2010


Este ano 2010 quero que seja um ano de Luz, de Paz, de Tranquilidade e de Amor.
É assim que o vejo, que o sinto e que desejo.
É o ano das conquistas finais, dos troféus, do ajuste de contas com um passado remexido, difícil, complicado, doloroso mas não menos revelador e gratificante.
Assim o desejo para mim porque trabalhei muito para que assim seja, e assim o desejo para todos que me rodeiam.
Hoje é um dia especial na minha vida, o primeiro dia de um ajuste de contas pendente há muito tempo. Será o dia da minha redenção, da minha revelação: a minha oportunidade para mostrar o que valho.
Não sei se será bom, se será mau. Não me interessa. Será o que terá de ser.
Estou com medo, mas confiante.
Nesta coisa dos 1º encontros, jogo sempre limpo e desta vez não será diferente. Serei eu, apenas eu, e nada mais.
E "prontos". Votos de um Excelente Ano 2010. Com muita saúde, alegria e fezada na vida e em tudo que ELA tem de bom.

28 de dezembro de 2009

Entre o sonho e a realidade, mas onde exactamente?


A vida adulta é algo para o qual não estamos preparados. Digam o que disserem, leiam os livros que lerem.

A vida adulta é madrasta e apanha-nos sempre no virar da esquina, quando menos esperamos e sobretudo quando menos precisamos.

Toda a gente sonha com o "sonho". Toda a gente defende que a vida deve ser vivida em função de 1, 2, 3, enfim uma pluralidade de sonhos, que nos movem e nos fazem andar para a frente.

E agora eu pergunto: e se esses sonhos forem irreais, e se esses sonhos não forem feitos para nós, o que fazer? Como agir?Todos nós, com esta ou aquela variante, fomos educados para sonhar e sonhar bem alto, por sinal.

Sonhamos todas com o principe encantado, sonhamos todas com uma família, sonhamos todas com conforto e fazemos as nossas escolhas ao longo do nosso percurso em função desses sonhos. E se um dia, depois de 30 anos de luta, apercebemo-nos idiotamente que esses sonhos não foram feitos para nós? Que aquela pessoa que vive ao nosso lado, com quem partilhamos a cama nunca, mas nunca, foi talhada para nos fazer feliz? Que não nascemos para ser mãe? que o dinheiro não nos traz o conforto espiritual e emocional? O que fazer com esses sonhos? Como é que nos adaptamos a esta nova realidade que nos obriga a virar a cabeça para baixo para que a vida possa fazer sentido? Como? Como é que sobrevivemos ao esfumaçar dos sonhos que fizeram de nós quem somos?

Será que essa revolução pode ser vivida com tranquilidade? Sem medos, sem mágoas, sem a sombra de um passado onde fomos outra pessoa?

Será que tudo isto faz parte do processo? mas que processo??? Será isto "a" prova de fogo, o ritual de passagem para a vida adulta? Se assim é, ok, mas então porque ninguém nos avisou antes?

Porque raio não fomos preparados para isso? Porquê? Porque não nos disseram que o príncipe tinha rugas, o nariz torto, mau hálito, e mancava? que os bébés soltam sons estridentes que nos conduzem à loucura? porque não me disseram que o dinheiro é um metal que nos pode trazer grandes dissabores?

Não sei, apenas sei que a passagem à vida adulta acontece cada vez mais tarde, a um custo demasiado elevado e que a prova de fogo não poupa ninguém: nem os melhores.

Cada vez mais me convenço que na mesinha de cabeceira dos nossos filhos, deveríamos trocar o livro do Pequeno Príncipe de Antoine de Saint Exupéry pelo Príncipe de Maquiavel. Talvez assim, as nossas crianças feitas adultas estivessem mais preparadas para serem adultas sem grandes dramas.

Nunca digas nunca

E hoje foi um dia coroado pela surpresa, mas surpresa no pior sentido da palavra.
Hoje uma colega que eu considero tb amiga, confessou-me em lágrimas que se iria divorciar e eu caí de cu (desculpem mas foi).
Mesmo já tendo passado por isso, e sabendo que ninguém està imune à palavra desgaste, routina, conflito e divórcio.
Eu nunca mas nunca imaginaria esta minha colega a divorciar-se porque ela representava para mim o modelo ideal de casal e de casamento.
Fiquei quase que em estado de choque, enganei-me 3 vezes no caminho ao regressar a casa.
Fiquei meia tonta com esta confissão e pensei cá para os meus botões: nunca digas nunca.
E eu não sou diferente dos outros, nem dela.
Se não cuidar da relação, um dia, mais tarde ou mais cedo, serei eu a entrar pelo cano a dentro....
Fiquei apreensiva por causa dela e por minha causa porque sei que muitas vezes estico a corda...e se estico...oh oh...Chego à conclusão que o ser humano é burro: nunca dá valor ao que tem. E eu como ser humano, sou burra, mas hoje foi dia de up-grade.

26 de dezembro de 2009

Life tastes like sweet...


Cheguei a casa, depois de mil peripécias, depois de o gás ter acabado, de a caldeira a gasóleo ter avariado, do portão não abrir...sinto-me tão bem, direi mesmo feliz, por estar aqui, em casa.
É bom demais, e não me canso de provar este sabor a mel por estar junto da família, da mãe, do irmão, dos sobrinhos, dos amigos (poucos, muito poucos mas bons) e claro....de TI.
Sometimes, life tastes like sweet.

22 de dezembro de 2009

Daqui por 17 horas...

Estarei voando bem alto lá no céu, de mãos dadas contigo, num espaço sem terra e num tempo sem fim.
Estaremos suspensos pelos fios do amor, presos nas malhas do prazer, para além de tudo e de todos, só Tu & Eu depois deste tempo todo.

Amanhã por esta hora


E amanhã por esta hora já terei recebido uma massagem, daquelas divinais, e o meu corpo estará rendido ao toque dos teus dedos. Hummmmm!!!!! Eh, eh.

E hoje estamos...

Expectantes, de malas feitas, mas a ranger os dentes de ansiedade, com o medo de ficar em terra novamente.
Está tudo a postos, a mala junto a mim, estou pronta.
Vamos a ver se é desta que o barco vai largar a margem.
A hora está marcada: 7.00 am. Hora da largada de casa.

O Amor e as Circunstâncias

Toda a gente acredita no amor. Toda.
Até os mais scépticos acreditam, acreditam, mas não o confessam a ninguém, nem a si mesmos. Acreditam os que já sofreram desgostos, os que foram traídos, os que deixaram de amar de um dia para o outro e os que já passaram pelo divórcio. Todos.
Todos vivemos para dar e receber amor e carinho venha ele de um cão, de um vizinho, de um colega, de um pai, de uma mãe...enfim ninguém vive sem amar. É impossível.
Eu acredito no amor. Mesmo tendo passado por desgostos que me fizeram duvidar, que me fizeram dizer "nunca mais" e hoje apesar das juras, amo, e amo como nunca amei. Amo perdidamente e não tenho medo de o dizer.
Amo ao longe, embora tenha amado ao perto (a mesma pessoa), e confesso que amar ao longe tem as suas vantagens e desvantagens: a vantagem de escapar ilesa ao desgaste da rotina, do sexo sem ardor, do beijo esperado e conformado; e a desvantagem de estar fisicamente longe e de não pode partilhar os momentos a dois.
Amar é complicado. Muito. E ainda hoje questiono-me sobre o segredo de uma relação plena.
Questiono-me se o amor eterno existe, se o amor em crise tem hipótese de sobreviver ao day after.
Pergunto-me se é possível amar-se perdidamente ad eterno e se as circunstâncias da vida não serão mais fortes que tudo.
Acredito que o amor perdoa, mas será que perdoa sem sair beliscado? Sem sair fragilizado? Será que a continuidade e a longevidade de uma relação é o seu maior inimigo? será?
A vida é repleta de acontecimentos inesperados, as exigências do trabalho são cada vez maiores e nem sempre é fácil conciliar uma vida profissional com uma vida pessoal plena.
E os filhos? serão eles uma benção ou um elemento estranho que se aloja entre os dois amantes para o todo o sempre? Tenho dúvidas. Grandes. Enormes.
Acredito no amor, mas temo fragilizar perante as circunstâncias que podem não ser favoráveis ao amor.
Por outro lado, não acredito que a solução seja uma relação a meio gás, a meio fogo em que cada um vive no seu mundo e se encontra com hora marcada para gozar apenas o lado bom da vida. Isso não é amor. É fantasia. É fuga. É conforto. É comodismo.
A verdade é que amar é uma necessidade que pode virar ao pesadelo. Requer muita energia, muita fé, muita perseverança, muito sacrifício e muita cedência. Amar não tem nada de perfeito nem de quimérico e talvez seja esse o nosso primeiro erro: buscar o quimérico e o fantasioso em algo que não o é nem nunca o foi e nunca o será.
Amar é genuinamente imperfeito. Ninguém nasce naturalmente preparado para saboreá-lo na sua plenitude e muito menos para sobriver às investidas do seu génio difícil.
Como viver e sobreviver ao amor? eis a questão.

21 de dezembro de 2009

Novo count-down para que 1+1=1


O momento em que o silêncio é tão mas tão expressivo.